Ecologicamente Consciente

plantar No final de julho, 2009, os noticiários locais estão batendo no assunto saúde ambiental com foco nos cuidados com o lixo urbano (doméstico). Reportagens mostram a falta de preparo da população que joga entulhos (resíduos perecíveis e não perecíveis) em vielas ou terrenos impróprios. Este comportamento agrava e reduz a qualidade de vida dos cidadãos da área afetada. Junta-se bichos nocivos, insetos, e outras pragas trazidas mau cheiro, líquidos empoçados, entre outros sintomas de caos urbano.

Vejo “a ponta do ice berg” no ensinamento básico (endoculturação). A forma de tratar o lixo é praticamente ignorada pela maioria da população. Se a criança vê o pai e ou a mãe jogando papel de bombom, restos de alimentos, cuspindo na rua em qualquer local de quaquer forma o mesmo gesto será repetido posteriormente pelo menor. Certa vez ouvi um absurdo de um transeunte. Reclamei com ele na hora que o vi jogando papel cortado na rua. Após a reclamação ouvi dele, olhando nos meus olhos o seguinte: “Se eu não fizer isso estarei tirando o emprego dos funcionários da empresa de coleta de Lixo”. Aquilo me deu raiva, mas como existe um limite social delimitado no qual é preciso respeitar o espaço do outro, nada fiz e continuei o caminho.

Respeito é uma palavra em desuso quando se trata de natureza. Quanta água desperdiçada, quanta madeira retirada ilegalmente, quanta mata devastada, quantos riachos secos após a perda da mata ciliar, quanta ignorância, quanto desrespeito.

Me pergunto, até quando isso irá durar. As pessoas não se deram conta dos sinais de resposta da natureza? Vivemos num caos de barulho e agitação que eliminamos os sentidos que nos ligam a grande mãe natureza. Perdemos a audição,  visão,  olfato e tato? Nossos instintos só funcionam para proteção própria (auto-sobrevivência)? Vamos ficar de braços cruzados até quando. Que mundo deixaremos para nossos filhos e netos?

 

folhasViva a Natureza, aos elementais, a Lua, ao Sol, ao feminino e masculino, a delicadeza dos detalhes, a Terra, ao universo e seu movimento, ao Tudo e o Nada ao bailar da vida. Vamos pulsar em harmonia, tentar chegar ao equilíbrio. O nosso planeta clama por proteção.

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~ por Luiz Ribeiro em 30/07/2009.

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